26 5 / 2012
p. 35
Je n’ai jamais écrit. croyant le faire, je n’ai jamais aimé, croyant aimer, je n’ai jamais rien fait qu’attendre devant la porte fermée.
Marguerite Duras.
16 5 / 2012
sem página
Que Brasil formidável seria o Brasil se o brasileiro gostasse do brasileiro.
Nelson Rodrigues citado por Terron.
http://www.blogdacompanhia.com.br/2012/05/a-irrelevancia-da-literatura-brasileira/
14 5 / 2012
p. 89
“A ciência não se ocupa das coisas mas dos sistemas de signos com que ela substitui as coisas”, escreve Ortega y Gasset.
Todorov.
12 5 / 2012
sem página
Os sonhos contam que o amor, lindo que é, essencial como possa ser, não nos salva de sermos nós mesmos. Mesmo quem respira suavemente ao nosso lado, adormecida, tem sonhos separados dos nossos. É uma pessoa estranha que amamos, mas sobre a qual nunca saberemos o suficiente. É preciso respeitar esse mistério.
Ivan Martins em O estranho ao lado
10 5 / 2012
n\s
“Reconhecer um determinado fenômeno como sinalizante de um dado tipo pressupõe alguma hipótese acerca do contexto de elocução e do co-texto discursivo”.
Eco.
09 5 / 2012
p. 5
A questão da técnica ocupa uma posição central. Se por um lado conduz a uma revisão da filosofia política, por outro incita também a revisitar a filosofia do conhecimento. Vivemos hoje uma redistribuição da configuração do saber que se havia estabilizado no século XVII com a generalização da impressão. Ao desfazer e refazer as ecologias cognitivas, as tecnologias intelectuais contribuem para fazer derivar as fundações culturais que comandam nossa apreensão do real.
Levy.
17 4 / 2012
p. 295
Se as massas são injustamentes difamadas do alto como tais, é também a própria indústria cultural que as transforma nas massas que ela depois despreza[…].
Adorno.
11 4 / 2012
nota de rodapé - p. 38
A superinformação causa perda de memória.
Rossif in Charaudeau.
